Esse é um video promocional da casa mais importante do publico brasileiro. Nessa edição, os candidatos são ilustres desconhecidos da maior parte dos brasileiros, mas estão no centro da maior rede social que esse país possui. Em breve, o público poderá participar na indicação do líder e de seus novos companheiros de confinamento.
Assim como nas edições anteriores (BBB 2006-2002-1998-1994-1990...), as caras são sempre novas e o público sempre é surpreendido com as armações e jogadas de nossos intrepidos participantes, que estão dispostos a tudo para ganhar os premios...
Como forma de interação com nossos candidatos a milionarios, o público brasileiro pode acompanhar algumas matérias importantes publicadas sobre nossos participantes em algumas revistas, jornais e programas de TV e canais da internet.
Acompanhe pela TV e pela internet 24h, sem perder nenhum lance, e veja se é ou não e surpreendente!
2 de mar. de 2010
28 de jan. de 2010
Estudo sobre a Cidade
Estudo sobre a Cidade
O artigo a seguir foi publicado no blog Espaço: Dimensão do Social, trata-se de uma discussão sobre os processos de construção, expansão e consolidação da cidade, sua construção historica. Um artigo muito rico sobre a origem das cidades- Como o urbano ultrapassa a cidade -
Jaime Oliva
- A concentração demográfica parece ser o aspecto fundante do que chamamos cidade e urbano, mas essas formas e termos estão tão generalizados e nos parecem tão familiares e comuns, que, naturalizadas, acabam por obstruir discussões sobre seus elementos fundantes. E isso, talvez, seja uma das razões das dificuldades teóricas que cercam a cidade e o fenômeno urbano. Será a concentração fundante das cidades, ou na verdade ela seria conseqüência de forças mais profundas, com maior peso ontológico?
- Só no âmbito do mundo moderno a proliferação das cidades atingiu uma escala tão expressiva. Isso porque no passado, a rigor, as populações das cidades eram ociosas e consumidoras de recursos produzidos nos campos agrícolas. É muito comum aceitar-se que a atividade industrial ao se introduzir nas cidades muda-lhes o sentido e, de lugar de desbaratamento de riquezas, a cidade se transforma no centro de acumulação do capital. Assim seria econômico o impulso fundante do processo de concentração demográfico que a partir daí assistiremos. Logo, segundo esse raciocínio a substância da cidade é econômica/capitalista e ela se espacializa concentrando gente, porque lhe é vantajoso, mas não é a concentração em si que seria a substância (o elemento fundante da cidade e do urbano).
- Pode-se concordar ou não com o total dessa conclusão, mas é difícil não enxergar que a concentração é conseqüência de necessidades postas pelas sociedades. Serão econômicas ou outras? As respostas é que nos aproximarão dos elementos fundantes da cidade.
- Uma outra linha de raciocínio investe em causas ainda anteriores à transformação das cidades como locus de acumulação de capital, como fonte originária da concentração. O ser humano na constituição do seu ser social precisa lidar com a distância geográfica que o seu próprio ser-no-mundo produz. O ser social, obviamente pressupõe, relações, contatos, que são mais facilitados quanto mais a fricção da distância for relativizada, quer dizer: quanto mais houver concentração mais relações - energia motora da constituição do ser social.
- As cidades foram a melhor resposta histórica para isso[1], e de certo modo a única possível tendo em conta grandes contingentes populacionais. Apesar de ser a melhor resposta histórica[2] sua realização concreta ao longo dos tempos foi marginal, e somente no mundo moderno ela se transforma numa configuração espacial hegemônica. Nos agrada articular essa resposta à anterior (da prevalência do econômico). Desse modo poderíamos dizer que o fato da cidade ter se transformado em espaço econômico viabilizou sua generalização, mas sua substância (melhor resposta espacial para a constituição do ser social) é anterior, e esse sim é seu principal elemento fundante, sua essência.
- Em termos práticos as cidades (as concentrações) foram a melhor maneira de promover relações sociais em grande escala, em todos os sentidos, e, por conseguinte, o mundo que somos inevitavelmente brota das cidades, e o que escapa a isso é marginal e controlado por elas. Mas será isso o urbano?
- Nossa tendência é afirmar que o urbano é a realização concreta (logo também espacial) da necessidade de gerir a distância geográfica para aumentar o número de relações sociais e, que, predominantemente, a cidade foi e tem sido a forma do urbano, mas nos parece necessário não assimilar a idéia de urbano à cidade (ou vice-versa), para deixar no plano teórico uma margem de manobra que nos permita apreender outras respostas para a realização do urbano, isso porque dizer que a cidade foi a melhor resposta não quer dizer que continuará sendo e nem que será a única.
- François Ascher, por exemplo, apresenta um raciocínio que vê na urbanização um processo remoto e subjacente que se manifesta historicamente por diversas formas, o que converge para a definição que estamos trabalhando: “A perspectivação histórica da metropolização confirma, de certa maneira, esta tendência: a metropolização e agora a formação das metápoles[3] não ocorrem como fenômenos contingentes, mas antes como formas avançadas de um processo de urbanização que começou bastante cedo na história da humanidade e que nunca cessou de progredir até aos nossos dias, apesar dos diversos recuos e bifurcações.”[4]
- Quer dizer então que segundo Ascher já há outras forma do urbano que não a cidade ao pé da letra. Sem dúvida há que se examinar essa possibilidade que parece se caracterizar pela desdensificação. Dito de outro modo: a distância geográfica está sendo alterada de outro modo a favor da intensificação quantitativa das relações sociais que não faz uso só da concentração geográfica absoluta. Se isso for demonstrado, retira-se do conceito de urbano a inevitabilidade da concentração demográfica absoluta e euclidiana (contígua e contínua) [5] como sua substância, e deixa-se isso principalmente para a cidade. Entendemos ser preciso experimentar essa elaboração teórica.
[2] “A cidade responde a exigências quase universais da vida em sociedade? Ela seria então o dispositivo topográfico e social que dá maior eficácia ao encontro e a troca entre os homens. Usando a linguagem da economia neoclássica, a cidade ‘maximizaria a interação social’”. (Marcel RONCAYOLO, La ville et ses territoires, tradução nossa). “A cidade é uma reunião de homens, numa localização favorável, para conduzir as atividades coletivas, um lugar de trocas de pessoas, de bens, de capitais, de idéias e de informações, ao mesmo tempo moldura, motor e resultante das atividades humanas”. (Pierre MERLIN apud Gabriel DUPUY, Les territoires de l’automobile, tradução nossa)
[3] Essa forma metápoles é desenvolvida por François Ascher.
[4] François ASCHER, Metapolis, p.19.
[5] Que pode se transformar num critério qualitativo para julgar a intensidade e a qualidade (perdoem a repetição) da vida urbana, desde que associado a idéia de diversidade.
16 de jan. de 2010
O choque das placas no Haiti e a missão ONU/BRASIL
- O Peso de Uma Catástrofe -
Após a mobilização mundial em ajudar aos haitianos devido à catástrofe ocorrida, os EUA passaram a querer liderar também as ações dentro do território, enviando uma grande frota de soldados com medo de uma “onda de terror” que poderia ser gerada pelo caos instaurado, e controlando todas as ações que devem ser tomadas na região mais afetada pelo abalo sísmico. O Brasil, em sua pasta das Relações Internacionais, por sua vez, vê sua soberania ser ameaçada e começa a questionar a atitude do Big Brother, pois como é o país escolhido pela ONU tem o direito de liderar todas as ações, uma vez que é o líder da missão MINUSTAH (uma missão de paz criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 30 de abril de 2004 para restaurar a ordem no Haiti, após um período de insurgência e a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide).
O que vem acontecendo no território haitiano desde o ultimo dia 12 mais que uma catástrofe natural, também reflete, mesmo que de maneira mais opaca, como o exercicio da soberania mundial se manifesta nos momentos da fragilidade humana. E que, de uma maneira mais subjetiva, está transformando a ação humanitária no território em uma disputa de poder.
Todo esse aspecto se desenvolve dentro da esfera política internacional, comandada pela ação humanitária coordenada pela ONU após a instabilidade política que o pais vem sofrendo e que elegeu ao Brasil a sua primeira missão internacional com o intuito de uma reorganização daquele território. Dentre as premissas, o Brasil deveria: estabilizar o país; pacificar e desarmar grupos guerrilheiros e rebeldes; promover eleições livres e informadas, e; formar o desenvolvimento institucional e econômico do Haiti. A missão vem se desenvolvendo desde 2004 e as adversidades são tantas que ainda há muito o que ser feito. Entretanto, nem Haiti nem Brasil – assim como a comunidade internacional – esperavam que uma catástrofe de ampla magnitude viesse assolar aquela região.
O terremoto que praticamente destruiu o Haiti, pois a concentração econômica e populacional está exatamente na área onde o fenomemo ocorreu, não abalou somente as estruturas de prédios e casas, mas ainda repercute em ondas menores nas relações de poder entre Brasil e EUA. A relação atual entre estes dois países também está figurando no cenário mundial após a intervenção dos EUA na coordenação das ações emergenciais naquele território.
Após a mobilização mundial em ajudar aos haitianos devido à catástrofe ocorrida, os EUA passaram a querer liderar também as ações dentro do território, enviando uma grande frota de soldados com medo de uma “onda de terror” que poderia ser gerada pelo caos instaurado, e controlando todas as ações que devem ser tomadas na região mais afetada pelo abalo sísmico. O Brasil, em sua pasta das Relações Internacionais, por sua vez, vê sua soberania ser ameaçada e começa a questionar a atitude do Big Brother, pois como é o país escolhido pela ONU tem o direito de liderar todas as ações, uma vez que é o líder da missão MINUSTAH (uma missão de paz criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 30 de abril de 2004 para restaurar a ordem no Haiti, após um período de insurgência e a deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide).- O Choque das Placas Americanas -
Esse mal-estar político entre essas duas soberanias vem aumentando a tensão diplomática entre os dois paises. E os motivos são diversos para que isso ocorra.
De um lado, temos o Brasil, que almeja uma cadeira efetiva no conselho de segurança da ONU e vem galgando pelos caminhos para que isso ocorra (varias são as participações do Brasil em missões da ONU), o aumento de sua relação internacional – objeto de análise especial – é uma das principais características do governo atual, o grande numero de acordos internacionais com países que estão evoluindo economicamente, e que assim o desejam, fizera do país um líder em diversos grupos econômicos (como G-20 e BRIC), e a atual fase do Presidente LULA fortalece ainda mais essa liderança. Do outro, temos os EUA, que estão se recuperando uma crise econômica jamais vista e que buscam soluções para não cair em outra (dessa vez a da saúde), que enfrentam problemas do governo anterior gerados pelas ações militares no oriente médio e que veem a liderança continental ser diminuída após as indicações de um outro presidente como principal líder (nesse caso, o próprio presidente brasileiro, eleito por franceses, ingleses e espanhois como personagem do ano). Não era de se tardar que uma hora ou outra eles tentariam impor mais uma vez sua supremacia.
O que sobra aqui como discussão é: será que o Brasil vai enfrentar os EUA afim de liderar as missão no Haiti (lembrando que os EUA são membros permanentes do conselho e o voto deles pode definir a aceitação, ou não, do Brasil como membro permanente) e se mostrar ao mundo como a mais promissora potencia no continente, ou será que o governo brasileiro vai sucumbir diante da pressão e do poder estadunidense, afim de garantir sua cadeira no Conselho de Segurança da ONU?
Ainda não sabemos ao certo qual o final desse embate, o que resta é torcer para que isso não atrapalhe as medidas a serem tomadas afim de reduzir o problema humano que o Haiti vem enfrentando e que tudo se resolva o mais rápido possível!
12 de jan. de 2010
Historia da Cartografia
Desvendando um pouco sobre cartografia
Um dos fatos históricos mais relevantes para a Cartografia foi o cálculo da circunferência da Terra, feito por Eratóstenes no século III AC. Por isso, Eratóstenes é conhecido como o pai da Geodésia.
- A Circunferência da Terra -

Eratóstenes (276 AC) nascido em Cyrene (atual Líbia) foi um escritor, cientista, astrônomo e poeta grego e também o primeiro homem a ter calculado a circunferência da Terra.
Eratóstenes é considerado um dos patronos da geodésia porque ele foi o primeiro a descrever e aplicar uma técnica científica de medida para determinar o tamanho da Terra. Ele usou um princípio simples para calcular o tamanho de um grande círculo terrestre (círculo que atravessa o Pólo Norte e Sul).
Sabendo o comprimento de um arco (l) e o tamanho do ângulo central correspondente (alfa), é possível obter o raio da esfera da simples proporção entre o comprimento do arco e o tamanho do grande círculo (ou circunferência, 2.pi.R no qual R é o raio da Terra) igualado à proporção entre o ângulo central e o ângulo da circunferência inteira (360°)
Para determinar o ângulo central alfa, Eratóstenes escolheu a cidade de Siene (atual Aswan) porque o Sol no solstício de verão iluminava o fundo de um poço exatamente ao meio dia, ou seja, neste dia e neste horário o sol estava na vertical sobre este lugar.
Ele assumiu que todos os raios de sol que chegam à Terra são paralelos e observou que os raios de sol em Alexandria no mesmo tempo (solstício de verão ao meio dia) não eram verticais, mas sim inclinados de um determinado ângulo que valia 1/50 de uma volta completa da Terra.
Usando dados obtidos por agrimensores da época, ele calculou a distância (l) entre Alexandria e Siene como sendo 5.000 stadia. Usando a equação acima, Eratóstenes obteve para o comprimento de um grande círculo, 50 x 5.000 = 250.000 stadia. Usando um valor contemporâneo para o stadium (1 stadium = 185 m), chega-se ao valor de 46.250.000 m.
- A Circunferência da Terra -

Eratóstenes (276 AC) nascido em Cyrene (atual Líbia) foi um escritor, cientista, astrônomo e poeta grego e também o primeiro homem a ter calculado a circunferência da Terra.
Eratóstenes é considerado um dos patronos da geodésia porque ele foi o primeiro a descrever e aplicar uma técnica científica de medida para determinar o tamanho da Terra. Ele usou um princípio simples para calcular o tamanho de um grande círculo terrestre (círculo que atravessa o Pólo Norte e Sul).
Sabendo o comprimento de um arco (l) e o tamanho do ângulo central correspondente (alfa), é possível obter o raio da esfera da simples proporção entre o comprimento do arco e o tamanho do grande círculo (ou circunferência, 2.pi.R no qual R é o raio da Terra) igualado à proporção entre o ângulo central e o ângulo da circunferência inteira (360°)
Ele assumiu que todos os raios de sol que chegam à Terra são paralelos e observou que os raios de sol em Alexandria no mesmo tempo (solstício de verão ao meio dia) não eram verticais, mas sim inclinados de um determinado ângulo que valia 1/50 de uma volta completa da Terra.
Usando dados obtidos por agrimensores da época, ele calculou a distância (l) entre Alexandria e Siene como sendo 5.000 stadia. Usando a equação acima, Eratóstenes obteve para o comprimento de um grande círculo, 50 x 5.000 = 250.000 stadia. Usando um valor contemporâneo para o stadium (1 stadium = 185 m), chega-se ao valor de 46.250.000 m.
ESQUEMA GRÁFICO MOSTRANDO A TÉCNICA EMPREGADA POR
ERATÓSTENES PARA CALCULAR A CIRCUNFERÉNCIA DA TERRA
ERATÓSTENES PARA CALCULAR A CIRCUNFERÉNCIA DA TERRA
O resultado é aproximadamente 15% maior em comparação com as medidas modernas, mas o resultado dele foi extremamente bom considerando as suposições e o equipamento com que as observações foram feitas.
fonte: www.esteio.com.br
fonte: www.esteio.com.br
disponibilizado por: Curso de Geografia Unifieo. Publicado em: 07/10/08 - http://geofieo.blogspot.com
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